São eles que foram testemunhas das suas peraltices na infância.
Alguns trocaram as fraldas uns dos outros, ensinaram a andar, brincaram muito e é ali que aprenderam a brigar e a se defenderem.
Disputam espaço e os brinquedos.
Estabelecem hierarquia: “me respeita porque sou mais velho!”
Ficam adolescentes e se tornam cúmplices.
Lembro de uma colega no colégio que tinha um irmão mais velho na mesma escola. E como ela se sentia empoderada por isso. Afinal, quem mexesse com ela, estaria mexendo com o seu irmão maior, automaticamente.
Quanta força existe nessa relação!
É claro que existem relações que se perderam pelo caminho deixando a possibilidade de viver essa amizade consanguínea. Talvez uma palavra dita sem pensar ou pontos de vista discordantes, fizeram com que esse vínculo perdesse o seu brilho.
E você sabia que a Terapia de Família pode ajudar também nesse relacionamento?
E como vale muito a pena o investimento no resgate nesse vínculo comprido.
Afinal, existem tantas possibilidades bacanas dentro dessa relação de longa data.
E essa gente charmosa da foto é meu pai e minhas tias. Juntos, somam mais de 230 anos. Juntos, somam mais de 1 milhão de histórias compartilhadas! Juntos, testemunharam muitas superações. Juntos, celebraram a formação de suas famílias atuais e a chegada dos netos! E seguem a sua velhice com outras trocas inerentes aos cabelos brancos, mas a vibração continua a mesma daquela da infância.
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